Um pouco sobre mim…

Sou músico de formação inicial autodidata.

Minha primeira experiência com a música ocorreu quando, aos seis anos de idade, tendo ganho dos pais um acordeom, aprendi, sozinho no quarto, no mesmo dia, a tocar as músicas ‘Asa Branca’ e ‘Tema de Lara’.

Dali, fui desenvolvendo o acordeom, depois o órgão até chegar aos teclados.

Aos treze anos de idade comecei a vida como músico profissional.

Toquei nas noites, em clubes, bailes, bares e realizando gravações durante treze anos, até ingressar no serviço público, deixando a vida noturna e passando a me dedicar à composição, a gravações próprias e de amigos, bem como carreira do Grupo ACABA.

No ACABA, que integro desde os 22 anos (1.996), participei de centenas de shows, diversas gravações e dezenas de programas de televisão, sendo hoje seu quarto membro mais antigo. Hoje ele conta com 58 anos de existência, sendo uma insígnia cultural sul-mato-grossense.

Recentemente gravei meu primeiro disco solo, intitulado ‘Vá e Veja! Um canto à natividade e à natureza’, disponível nas plataformas musicais.

Aos 50 anos, trabalho, nesse momento, em mais três projetos novos.

Um primeiro, dedicado a louvores; um segundo, voltado ao registro de clássicos e hinos da música fronteiriça como o Paraguai e um terceiro, voltado ao registro de composições antigas ainda não gravadas.

Toco e gravo com teclados, piano, escaleta, acordeom, violões (de nylon, aço e 12 cordas), viola, bandolim, baixo, baixolão, guitarra (sólida e semiacústica), bateria, percussão e efeitos percussivos, bongô, congas, flauta e caixa de fósforo (afinação: 30 palitos).

Sou multi-instrumentista. Já fui ator. Sou fotógrafo. Amo a arte.

Acompanhe os lançamentos nas plataformas musicais!


Com meu pai…

Aprendi o amor pela música, pela filosofia, pelo pensamento, pela ética, pelas pessoas, pela comunicação, pela sensibilidade, pelo olhar e pelo ouvir atendo.

Sempre repito: ‘Eu te sigo e te imito. Todos os dias da minha vida’.


Com minha mãe…

Aprendi o amor pelo estudo, pela poesia, pelo cuidado com as coisas, pelo respeito, pela fortaleza, pela correção, sempre e independente das circunstâncias.

Se há força em mim, muito veio do que eu ouvi dela.




Com minha família…

Sinto o peito cheio de amor a cada vez que abro a porta, a cada vez que encontro cada um deles, aprendi a sentir orgulho de cada vitória, de cada passo dado, de querer mais por eles do que por mim.

Minha paz pra compor nasce em casa.

E o grupo acaba…

Já se vão quase três décadas integrando os ‘canta-dores’ do Pantanal’, hoje ‘canta-dores da América’.

Ali aprendi a converter em sons, pelas mãos nos instrumentos; em canto, pelo eco da voz e em mensagem, pelas estrofes das composições, a defesa do nativismo e da preservação do planeta, de sua fauna e de suas espécies.

Gratidão eterna ao irmão Luiz Porfírio, que me levou a esse terreno místico em que a música toca o sagrado de forma tão sensível. Companheiro fiel de tantas, belas e jamais esquecidas jornadas.

Gratidão a Moacir e ao saudoso Chico, os irmãos Lacerda, demais fundadores, que me receberam com tanto carinho, ainda menino, e que tanto me ensinaram sobre a nossa gente, sobre o nosso futuro e sobre a responsabilidade das civilizações.

‘A folha que a água leva, leva o bem e leva o mal’.

Vida longa ao Grupo ACABA!